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    Mapa exibindo a diversidade das atividades de comércio nas cidades. São mapeados as cidades de acordo com a sua diversidade de comércio, a partir da base de dados do CEMPRE - Cadastro Central de Empresas, produzindo a variável Índice de Diversidade das Atividades de Comércio 2016. Cidades, para a REGIC 2018, são os arranjos populacionais considerados na análise ou os municípios isolados que não configuram arranjo. Os índices de diversidade comercial foram classificados em grupos de 25 %, sendo a classe superior ajustada em outras duas classes para que a simbologia realçasse as principais cidades e os valores máximos. Também optou-se por não exibir a classe inferior a fim de melhorar a visulaização dos resultados plotados no mapa. IBGE, Diretoria de Pesquisa, Coordenação de Metodologia das Estatísticas de Empresas, Cadastro Central de Empresas, 2016; IBGE, Diretoria de Geociências, Coordenação de Geografia, Regiões de Influências das Cidades, 2018.

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    "Mapa exibindo a distribuição dos níveis de centralidade em Gestão Pública no Território Nacional. Foram atribuídas às Cidades um Índice de Centralidade de Gestão Pública (CGP), por meio do cálculo: CGPj =IP1j +(2×IP2j) +(4×IP3j) +(8×IP4j) +(16×IP5j), onde: IPX é o número de instituições públicas do nível X considerado no Município j. Os pesos de gestão pública (1 a 5), variaram de acordo com a abrangência da unidade das 7 instituições selcionadas da pesquisa, sendo eles os níveis escalares nacional (5), grandes regiões (4), estadual (3), regiões geográficas intermediárias (2) e regiões geográficas imediatas (1). Os valores de centralidade foram classificados em 10 a partir do Algoritmo de Jenks. Os níveis de centralidade de gestão púlbica do território evidenciam a capacidade de comando territorial que a Cidade exerce por meio da relação entre sedes de instituições públicas e suas unidades descentralizadas. Periodicidade Decenal IBGE, Diretoria de Geociências, Coordenação de Geografia, Regiões de Influência das Cidades, 2018."

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    "O mapa mostra a porcentagem de domicílios urbanos com coleta de lixo nos municípios, segundo o Censo Demográfico de 2010, acompanhado de um gráfico sobre coleta de lixo nas Regiões Metropolitanas em 2015. Os gráficos relativos à qualidade do ar mostram a concentração de PM10 em algumas Regiões Metropolitanas e o número de violações do padrão nacional de qualidade do ar, de 2000 a 2014. " "Do ponto de vista da coleta de lixo é bastante evidente a existência de um serviço universalizado nas áreas de maior densidade urbana. Em contraponto, aqueles municípios com expressiva área não urbanizada tendem a apresentar menores índices de coleta, como podemos observar em partes do Maranhão, Piauí, Pará e Amazonas. Quanto à forma de coleta – destino do lixo – nas regiões metropolitanas, predomina a coleta direta, à exceção da RM de Salvador, onde há relativo equilíbrio entre as coletas direta e indireta (uso de caçambas), com discreta dominância da primeira. Em relação à qualidade do ar, deve-se observar que os índices notadamente acentuados da RM do Rio de Janeiro estão relacionados à dinâmica das massas de ar na região combinada às especificidades de seu relevo. Meta correspondente do ODS 11: 11.6 - até 2030, reduzir o impacto ambiental negativo per capita das cidades, inclusive prestando especial atenção à qualidade do ar, gestão de resíduos municipais e outros. Dados de amostra. Nível municipal" Destino do lixo "Destino dado ao lixo no domicílio. Classificação da Informação: 1 - Coletado diretamente quando o lixo do domicílio é coletado diretamente por serviço ou empresa pública ou particular; 2 - Coletado indiretamente quando o lixo do domicílio é depositado em uma caçamba, tanque ou depósito, fora do domicílio, para depois ser coletado por serviço ou empresa pública ou particular; 3 - Queimado, quando o lixo do domicílio é queimado diretamente na área do domicílio ou fora dela; 4 - Enterrado, quando o lixo do domicílio é enterrado diretamente na área do domicílio ou fora dela; 5 - Jogado em terreno baldio, quando o lixo do domicílio é jogado em terreno fora da área do domicílio; 6 - Jogado em rio, lago ou mar quando o lixo do domicílio é jogado nas águas de rio, lago, lagoa ou mar; 7 - Outro, quando o lixo do domicílio tiver destino diferente dos enumerados anteriormente; 9 - Não aplicável a investigação não é efetuada nos domicílios improvisados ou coletivos." Fontes:IBGE, Censo Demográfico 2010 (mapa); IBGE, Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios 2015; IBGE, Indicadores do Desenvolvimento Sustentável 2015 (gráficos). Malha municipal 2013

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    Domicílios urbanos em face de quadra com arborização/domicílios urbanos totais] x100 "A existência de arborização adequada é feita no censo e definida constatando-se a presença de árvore na face do domicílio, na face confrontante ou em canteiro central de separação de pistas no logradouro em que o domicílio está situado. A arborização se destaca entre o Oeste Paulista e o estado de Mato Grosso do Sul, bem como no interior de alguns estados da Grande Região Nordeste tais quais: Recife, Paraíba, Rio Grande do Norte e Ceará. O interior do estado de Minas Gerais e a Região Norte apresentam as baixas ocorrências de domicílios cujo entorno estivesse arborizado. As ocorrências de calçada, meio-fio, bueiro ou boca-de-lobo e pavimentação, chamadas de urbanização adequada, estão destacadas na porção norte do Estado do Paraná, e em menor concentração na parte sul do estado de Minas Gerais, bem como nos Estados do Rio de Janeiro e de São Paulo. Meta correspondente do ODS 11: 11.1 - até 2030, garantir o acesso de todos a habitação adequada, segura e a preço acessível, e aos serviços básicos, bem como assegurar o melhoramento das favelas. Dados de amostra. Nível municipal" arborização Fonte: IBGE, Censo Demográfico 2010. Malha Municipal 2010

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    "Mapa exibindo as centralidades de edição de jornais impressos, distribuição e a presença de circulação destes nas cidades. Simbologia: pontos proporcionais ao Índice de Atração Temática para jornais impressos apresentado por cada cidade, linhas indicando as ordens de frequência de cada ligação nesta temática e tom de cinza indicando a prevalência de não circulação de jornais nas cidades. Índice de Atração Temática é o valor calculado a partir da população residente nos municípios entrevistados e o percentual indicado para cada cidade de origem de jornais circulantes, representando valores comparativos da atração exercida entre as cidades brasileiras neste tema. Ordens de frequência: as ligações de primeira ordem contemplam o principal destino e todos indicados com percentuais até 5% inferiores ao mais frequente; segunda ordem estão entre 5 e 10% e terceira ordem entre 10 e 15%. Na temática jornal impresso, quaisquer das três ordens de frequência pode ter como resposta uma cidade ou a opção ""não circula jornal impresso"". Não circulação: cidades que indicaram a ausência de circulação de jornal impresso dentre as três ordens de frequência. Periodicidade Decenal IBGE, Diretoria de Geociências, Coordenação de Geografia, Regiões de Influência das Cidades, 2018."

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    Mapa exibindo a distribuição dos níveis de centralidade em Gestão Empresarial no Território Nacional. Mapa exibindo a distribuição dos níveis de centralidade da Gestão Empresarial no Território Nacional. CI - Coeficiente de intensidade da Gestão Empresarial é o somatório de todas as empresas multilocalizada (com sede e filiais em cidades diferentes) no respectivo Centro de Gestão Empresarial. Centro de Gestão Empresarial: são todas as cidades que possuíam, no ano de refêrencia de 2016 do Cadastro Central de Empresas (CEMPRE), pelo menos três empresas multilocalizadas com relações de sede-filiais em, pelo menos, três cidades diferentes. IBGE, Diretoria de Geociências, Coordenação de Geografia, Regiões de Influência das Cidades, 2018.

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    Tempo de deslocamento para o trabalho – deslocamento de pessoas com rendimento de três salários mínimos 2010 "O tempo de deslocamento para trabalho é uma pesquisa feita no Censo, no âmbito da O tempo de deslocamento para o trabalho superior a uma hora não é dominante nos municípios brasileiros. Em 61,74% dos municípios, há um percentual pequeno, de até 5,00%, da população gastando mais de uma hora para se deslocar para o trabalho. Mas é preciso notar que este é o padrão que ocorre no entorno das grandes concentrações de população urbana. O mapa mostra que a ocorrência desses deslocamentos é mais significativa em algumas regiões Metropolitanas, tais como: do Distrito Federal, do Rio de Janeiro, de São Paulo, de Curitiba de Belo Horizonte e de Porto Alegre. Nestas áreas há índices de até 53% da população que se desloca para o trabalho gastando mais de uma hora neste deslocamento. Portanto, este é um problema típico das áreas de concentração urbana do Brasil. Há uma baixa ocorrência no território brasileiro entre aqueles que gastam mais de uma hora para se deslocar para o trabalho, sendo essa ocorrência ainda menor entre aqueles que ganham mais de três salários mínimos, com observações de até 5,00% em 96,47%, isto em 5.369 dos municípios brasileiros. Meta correspondente do ODS 11: 11.2 - até 2030, proporcionar o acesso a sistemas de transporte seguros, acessíveis, sustentáveis e a preço acessível para todos, melhorando a segurança rodoviária por meio da expansão dos transportes públicos, com especial atenção para as necessidades das pessoas em situação de vulnerabilidade, mulheres, crianças, pessoas com deficiência e idosos. Censo 2010. Nível municipal. Número de pessoas" deslocamento Fonte: IBGE, Censo Demográfico 2010. Malha Municipal 2010

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    "Mapa exibindo as centralidades e deslocamentos para acesso a cursos superiores. Simbologia: pontos proporcionais ao Índice de Atração Temática para cursos de nível superior apresentado por cada cidade e linhas indicando as ordens de frequência de cada ligação nesta temática. Índice de Atração Temática é o valor calculado a partir da população residente nos municípios entrevistados e o percentual indicado para cada cidade de destino, representando valores comparativos da atração exercida entre as cidades brasileiras para cada tema. Ordens de frequência: as ligações de primeira ordem contemplam o principal destino e todos indicados com percentuais até 5% inferiores ao mais frequente; segunda ordem estão entre 5 e 10% e terceira ordem entre 10 e 15%. Todas as cidades que responderam ao questionário possuem pelo menos uma ligação de primeira ordem, correspondente ao destino principal; as demais ordens apenas são representadas na medida em que outros destinos alcancem os intervalos percentuais estabelecidos. Periodicidade Decenal IBGE, Diretoria de Geociências, Coordenação de Geografia, Regiões de Influência das Cidades, 2018."

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    Percentagem de habitantes com tempo gasto de deslocamento entre casa e trabalho superior a uma hora nas cidades em 2010 "O tempo de deslocamento para o trabalho superior a uma hora ainda é escasso no municípios brasileiros. Em 61,74% dos municípios, há um percentual pequeno, de até 5,00%, da população que gasta mais de uma hora para se deslocar para o trabalho. Ou seja, 95% da população gasta menos de uma hora para se deslocar nesses municípios. O mapa mostra que ocorrência desses deslocamentos são mais significativas em algumas regiões Metropolitanas, tais como: do Distrito Federal, do Rio de Janeiro, de São Paulo, de Curitiba de Belo Horizonte e de Porto Alegre. Meta correspondente do ODS 11: 11.2 - até 2030, proporcionar o acesso a sistemas de transporte seguros, acessíveis, sustentáveis e a preço acessível para todos, melhorando a segurança rodoviária por meio da expansão dos transportes públicos, com especial atenção para as necessidades das pessoas em situação de vulnerabilidade, mulheres, crianças, pessoas com deficiência e idosos. Dados de amostra. Censo 2010. Nível municipal. Número de pessoas" deslocamento Fonte: IBGE, Censo Demográfico 2010. Malha Municipal 2010

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    "Mapa exibindo a centralidade e ligações para assistência técnica para produção agropecuária. Simbologia: pontos proporcionais ao Índice de Atração Agropecuária para serviços de assistência técnica apresentado por cada cidade e linhas indicando as ordens de frequência de cada ligação nesta temática. O Índice de Atração Agropecuária é calculado a partir do valor da produção agropecuária nos municípios entrevistados e o percentual indicado para cada cidade de destino, representando valores comparativos da atração exercida entre as cidades brasileiras para cada tema. Ordens de frequência: as ligações de primeira ordem contemplam o principal destino e todos indicados com percentuais até 5% inferiores ao mais frequente; segunda ordem estão entre 5 e 10% e terceira ordem entre 10 e 15%. Todas as cidades que responderam ao questionário possuem pelo menos uma ligação de primeira ordem, correspondente ao destino principal; as demais ordens apenas são representadas na medida em que outros destinos alcancem os intervalos percentuais estabelecidos. Apenas se visualizam as ligações que não são citação da própria cidade, contabilizadas para o Índice de Atração Agropecuária, mas não representadas como ordem de frequência. Periodicidade Decenal IBGE, Diretoria de Geociências, Coordenação de Geografia, Regiões de Influência das Cidades, 2018."