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    O mapa de Geomorfologia do Estado de Roraima, na escala de 1:1.000.000, visa oferecer uma visão sinóptica do relevo estadual, segundo uma classificação sistemática dos fenômenos geomorfológicos, adotando uma taxonomia na qual as unidades identificadas integram uma organização hierárquica baseada em ordens de grandeza temporo-espaciais, que incluem os Domínios Morfoestruturais, as Unidades de Relevo e os Modelados. Este mapeamento é decorrente, sobretudo, da pesquisa em mapeamentos pré-existentes do Projeto Radambrasil e do detalhamento em trabalhos realizados na Amazônia Legal (Projeto SIVAM), com a utilização de diferentes tipos de sensores (imagens de radar, imagens de satélite Landsat TM), tecnologias de sensoriamento remoto, processamento digital de imagens e geoprocessamento. Nele estão identificadas 12 Unidades Geomorfológicas pertencentes aos Domínios Morfoestruturais de Depósitos Sedimentares Inconsolidados, Bacias Sedimentares e Coberturas Inconsolidadas, Faixas de Dobramentos e Coberturas Metassedimentares e Embasamentos em Estilos Complexos. Este produto faz parte da série Mapas Temáticos Estaduais da Amazônia Legal.

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    O mapa de Geomorfologia do Estado de Tocantins, na escala de 1:1.000.000, visa oferecer uma visão sinóptica do relevo estadual, segundo uma classificação sistemática dos fenômenos geomorfológicos, adotando uma taxonomia na qual as unidades identificadas integram uma organização hierárquica baseada em ordens de grandeza temporo-espaciais, que incluem os Domínios Morfoestruturais, as Unidades de Relevo e os Modelados. Este mapeamento é decorrente, sobretudo, da pesquisa em mapeamentos pré-existentes do Projeto Radambrasil e do detalhamento em trabalhos realizados na Amazônia Legal (Projeto SIVAM), com a utilização de diferentes tipos de sensores (imagens de radar, imagens de satélite Landsat TM), tecnologias de sensoriamento remoto, processamento digital de imagens e geoprocessamento. Nele estão identificadas 26 Unidades Geomorfológicas pertencentes aos Domínios Morfoestruturais de Depósitos Sedimentares Quaternários, Bacias e Cobeturas Sedimentares Fanerozóicas, Cinturões Móveis Neoproterozóicos e Crátons Neoproterozóicos. Este produto faz parte da série Mapas Temáticos Estaduais da Amazônia Legal.

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    A série Manuais técnicos em geociências divulga os procedimentos metodológicos utilizados nos estudos e pesquisas de geociências no IBGE. A segunda edição do Manual técnico de geomorfologia resulta da reunião e adaptação de vários documentos de épocas e autorias distintas e sua concepção baseia-se na necessidade de ter um documento de referência para realizar o mapeamento geomorfológico sistemático de todo o Território Nacional. O manual contempla as modificações e a evolução do mapeamento geomorfológico, especialmente na área de interpretação de imagens em meio digital, geoprocessamento e Sistemas de Informações Geográficas integrados a Banco de Dados. Vastamente ilustrado, destaca a importância da incorporação das novas ferramentas tecnológicas ao processo de trabalho pormenorizando as particularidades dessas inovações na interpretação do relevo.

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    A utilização de Modelo Digital de Elevação – MDE na Geomorfologia oferece uma visão tridimensional das áreas em questão. O modelo pode ser construído a partir da obtenção de imagens através de pares estereoscópicos ou por visadas alternadas da paisagem obtidas em ângulos diferentes. Os modelos apresentados foram elaborados a partir da combinação de imagens de satélite Landsat 5 TM e Landsat 7 ETM+ fornecidas pelo INPE com os dados gerados pela Shuttle Radar Topography Mission – SRTM, disponibilizados pela EMBRAPA. Neles, a topografia bem contrastada conjugada à sombra do radar realçam bem as unidades, sobretudo em regiões de transição onde o relevo é marcado por serras, tabuleiros e planícies costeiras. Com isso foram selecionadas quatro áreas do território brasileiro representativas dos compartimentos e das unidades de relevo: Planície e Planalto Rebaixado - Arquipélago das Anavilhanas - AM; Planalto e Chapada - Chapada do Araripe - CE e PE; Planície e Serra - Pantanal Mato-grossense - MT; Depressão e Serra - Vale do Rio Paraíba do Sul - SP e RJ.

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    O mapa de Geomorfologia do Estado de Rondônia, na escala de 1:1.000.000, visa oferecer uma visão sinóptica do relevo estadual, segundo uma classificação sistemática dos fenômenos geomorfológicos, adotando uma taxonomia na qual as unidades identificadas integram uma organização hierárquica baseada em ordens de grandeza temporo-espaciais, que incluem os Domínios Morfoestruturais, as Unidades de Relevo e os Modelados. Este mapeamento é decorrente, sobretudo, da pesquisa em mapeamentos pré-existentes do Projeto Radambrasil e do detalhamento em trabalhos realizados na Amazônia Legal (Projeto SIVAM), com a utilização de diferentes tipos de sensores (imagens de radar, imagens de satélite Landsat TM), tecnologias de sensoriamento remoto, processamento digital de imagens e geoprocessamento. Nele estão identificadas 18 Unidades Geomorfológicas pertencentes aos Domínios Morfoestruturais de Depósitos Sedimentares Quaternários, Bacias e Cobeturas Sedimentares Fanerozóicas, Cinturões Móveis Neoproterozóicos e Crátons Neoproterozóicos. Este produto faz parte da série Mapas Temáticos Estaduais da Amazônia Legal.

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    Compartimentos de relevo constituem os conjuntos de unidades de relevo identificados como planícies, depressões, tabuleiros, chapadas, patamares, planaltos e serras. Planícies são conjuntos de formas de relevo planas ou suavemente onduladas, emgeral posicionadas a baixa altitude, e em que processos de sedimentação superamos de erosão. Tabuleiros e chapadas são conjuntos de formas de relevo de topo plano, elaboradas em rochas sedimentares, em geral limitadas por escarpas; os tabuleiros apresentam altitudes relativamente baixas, enquanto as chapadas situam-se em altitudes mais elevadas. Depressões são conjuntos de relevos planos ou ondulados situados abaixo do nível das regiões vizinhas, elaborados em rochas de classes variadas. Os patamares são relevos planos ou ondulados, elaborados em diferentes classes de rochas, constituindo superfícies intermediárias ou degraus entre áreas de relevos mais elevados e áreas topograficamente mais baixas. Os planaltos são conjuntos de relevos planos ou dissecados, de altitudes elevadas, limitados, pelo menos em um lado, por superfícies mais baixas, onde os processos de erosão superam os de sedimentação. As serras constituem relevos acidentados, elaborados em rochas diversas, formando cristas e cumeadas ou as bordas escarpadas de planaltos. O mapas representado reproduz o existente no Mapa de Unidades de Relevo do Brasil, na escala de 1:5.000.000, publicado pelo IBGE em 2006.

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    O mapa de Unidades de Relevo do Brasil, na escala de 1:15.000.000, visa oferecer uma visão sinóptica do relevo brasileiro, segundo uma classificação sistemática dos fenômenos geomorfológicos, adotando uma taxonomia na qual as unidades identificadas integram uma organização hierárquica baseada em ordens de grandeza temporo-espaciais, que incluem os Domínios Morfoestruturais e as Unidades de Relevo. As 85 unidades representadas têm como base a síntese do Mapa de Unidades de Relevo do Brasil, na escala de 1:5.000.000, publicado pelo IBGE em 2006.

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    O mapa identifica e cartografa os diferentes tipos de solos do Brasil. Utiliza pela primeira vez a nomenclatura e as especificações recomendadas pelo Sistema Brasileiro de Classificação de Solos - SBCS da Embrapa (1999). Este produto faz parte da série Mapa Mural Temático.

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    O mapa identifica e cartografa os diferentes tipos de solo do estado. Este produto faz parte da série Mapas Temáticos Estaduais da Amazônia Legal.