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    No âmbito do projeto de Contas de Extensão de Ecossistemas, a delimitação territorial preliminar para avaliação dos ecossistemas foi os biomas brasileiros, portanto, derivou-se do Monitoramento da Cobertura e Uso da Terra os recortes por limites de biomas a partir do Mapa de Biomas do IBGE na escalda de 1:250.000. O Monitoramento da Cobertura e Uso da Terra tem como objetivo espacializar e quantificar a cobertura e uso da terra do Brasil, em períodos regulares, a partir do mapeamento sistemático. A metodologia envolve interpretação visual de imagens de satélite, campanhas de campo e consulta a informações complementares. Os dados são divulgados em Grade Estatística, que cobre o território brasileiro com células de 1km².

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    Desmatamento total no bioma Cerrado até o ano de 2010, com os percentuais de desmatamento em relação a área total do bioma por unidade da federação. Fontes utilizadas: Monitoramento do desmatamento nos biomas brasileiros por satélite: Monitoramento do Bioma Cerrado 2008-2009. Brasília, DF: Ministério do Meio Ambiente - MMA: Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis - IBAMA, 2011. Disponível em: <http://siscom.ibama.gov.br/monitorabiomas/cerrado/RELATORIO_CERRADO_2008-2009.pdf>. Acesso em: nov. 2013; Monitoramento do desmatamento nos biomas brasileiros por satélite: Monitoramento do Bioma Cerrado 2009-2010. Brasília, DF: Ministério do Meio Ambiente - MMA: Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis - IBAMA, 2011. Disponível em: <http://siscom.ibama.gov.br/monitorabiomas/cerrado/RELATORIO%20FINAL_CERRADO_2010.pdf>. Acesso em: nov. 2013;

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    O Mapa de Cobertura e Uso da Terra no Bioma Cerrado - 2018 é parte integrante da publicação Contas de Extensão de Ecossistemas que compõe as Contas Econômicas Ambientais. Para elaboração deste mapa, utilizou-se dados provenientes do Monitoramento da Cobertura e Uso da Terra do Brasil (IBGE,2020) - mapeamento sistemático realizado em intervalos regulares que tem por objetivo espacializar e quantificar dados de cobertura e uso da terra no país. Para o recorte deste mapa, utilizou-se o limite do Bioma Cerrado do Mapa de Biomas na escala de 1:250.000 (IBGE, 2019).

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    A classe Cerrado - Cerradão faz parte da categoria Vegetação da Base Cartográfica Vetorial Contínua do Estado do Rio de Janeiro, na escala 1:25.000, desenvolvida no âmbito do Projeto RJ25, elaborada a partir de uma parceria entre o IBGE e o Governo do Estado do Rio de Janeiro, através da Secretaria de Estado do Ambiente – SEA-RJ. Esta base compõe o conjunto de dados geoespaciais de referência, estruturados em bases de dados digitais, que permite uma visão integrada do território do Estado do Rio de Janeiro para essa escala. A base foi gerada a partir de interpretação de fotografias aéreas, na escala aproximada de 1:30.000, levantamentos em campo e por informações de órgãos setoriais parceiros. A BC25_RJ foi estruturada em conformidade com a Especificação Técnica para a Estruturação de Dados Geoespaciais Vetoriais (ET-EDGV), representando elementos para as 13 Categorias de Informações previstas. As categorias são compostas pelas classes de elementos geográficos que representam o território nessa escala. As classes de elementos possuem atributos geométricos e semânticos compatíveis com o mapeamento sistemático básico terrestre.

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    A classe Cerrado / Cerradão faz parte da categoria Vegetação da Base Cartográfica Vetorial Contínua do Estado do Rio de Janeiro, na escala 1:25.000, desenvolvida no âmbito do Projeto RJ25, foi elaborada a partir de uma parceria entre o IBGE e o Governo do Estado do Rio de Janeiro, através da Secretaria de Estado do Ambiente – SEA-RJ. Esta base compõe o conjunto de dados geoespaciais de referência, estruturados em bases de dados digitais, que permite uma visão integrada do território do Estado do Rio de Janeiro para essa escala. A base foi gerada a partir de interpretação de fotografias aéreas, na escala aproximada de 1:30.000, levantamentos em campo e por informações de órgãos setoriais parceiros. A BC25_RJ foi estruturada em conformidade com a Especificação Técnica para a Estruturação de Dados Geoespaciais Vetoriais (ET-EDGV), representando elementos para as 13 Categorias de Informações previstas. As categorias são compostas pelas classes de elementos geográficos que representam o território nessa escala. As classes de elementos possuem atributos geométricos e semânticos compatíveis com o mapeamento sistemático básico terrestre. A versão 2018 compreende atualizações vetoriais para feições da categoria Sistema de Transportes e revisões toponímicas para todas as categorias previstas, exceto a categoria Vegetação.

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    O Mapa de Biomas e Sistema Costeiro-Marinho do Brasil, compatível com a escala 1:250 000, traz os limites entre os seis Biomas brasileiros, Amazônia, Mata Atlântica, Caatinga, Cerrado, Pantanal, Pampa e introduz o Sistema Costeiro-Marinho, cuja parte continental se sobrepõe aos Biomas limitantes à costa brasileira. De forma geral foi elaborado tendo por base as fitofisionomias do Mapa de Vegetação do Brasil na mesma escala, com exceção do Bioma Pantanal, que respeita características hidrogeomorfológicas referente às áreas de inundação.

  • Mapa mostrando a distribuição dos estabelecimentos rurais nos biomas continentais

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    O Mapa de Biomas e Sistema Costeiro-Marinho do Brasil, compatível com a escala 1:250 000, traz os limites entre os seis Biomas brasileiros, Amazônia, Mata Atlântica, Caatinga, Cerrado, Pantanal, Pampa e introduz o Sistema Costeiro-Marinho, cuja parte continental se sobrepõe aos Biomas limitantes à costa brasileira. De forma geral foi elaborado tendo por base as fitofisionomias do Mapa de Vegetação do Brasil na mesma escala, com exceção do Bioma Pantanal, que respeita características hidrogeomorfológicas referente às áreas de inundação . O Sistema Costeiro-Marinho, em sua parte continental, é fruto da análise ponderada dos mapeamentos geológicos, geomorfológicos e de vegetação em suas classes com influência marinha e fluviomarinha; a parte marítima respeita os Grandes Ecossistemas Marinhos do Brasil, que considera os fatores batimetria, hidrografia, produtividade e interações tróficas.