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A Base Contínua de Geologia do Brasil, parte integrante do Banco de Dados e Informações Ambientais (BDIA), é um produto do projeto Mapeamento de Recursos Naturais do IBGE que, em sua constituição, inclui também as bases de dados de Geomorfologia, Pedologia e Vegetação, ajustados à Base Cartográfica Contínua do Brasil na escala 1:250.000 (BC250). A Geologia inclui seis categorias de informações gráficas vetoriais que se associam a tabelas alfanuméricas, em um modelo de entidades e relacionamentos. São denominadas de “Áreas de Geologia”, “Falhas”, “Fraturas”, “Dobras”, “Lineamentos” e “Afloramento”. Na categoria “Afloramento”, as feições vetoriais são do tipo ponto e o seu arranjo reproduz a localização das exposições de rocha em campo descritas pelo IBGE durante os trabalhos de campo. Essa base de informações também agrega, sempre que possível, a localização e descrição de afloramentos de instituições públicas e privadas em especial aqueles disponibilizados pelo Serviço Geológico do Brasil – CPRM. Os pontos identificam os afloramentos estudados e a unidade geológica correspondente, associada a um conjunto de características descritivas. Quando disponíveis, são apresentados os resultados das análises de laboratório nas amostras coletadas, destacando-se as geocronológicas, petrográficas e químicas, mas contemplando também as calcográficas, físico-químicas, paleontológicas e sedimentológicas. Há ainda o registro da instituição responsável pela coleta, o nome dos coletores, a classe, tipo e nome da rocha, bem como tipo de análise ou análises a que foi submetida, e a indicação do laboratório responsável. Nas análises petrográficas, além da identificação dos minerais e da descrição completa, encontra-se o registro do laboratório e o do geólogo responsável por sua descrição. Um ponto importante a ser destacado é o esforço feito pela equipe do IBGE no resgate, localização e cadastramento de descrições de afloramentos realizados pelas equipes dos projetos RADAM e RADAMBRASIL nas décadas de 70, 80 e 90 do século passado na região da Amazônia Brasileira. Esta é uma camada intermediária de apoio que viabiliza a consulta de feições de Pontos de Afloramento da Base Contínua de Geologia do Brasil por limites dos Municípios (BC250 - Versão 2019).
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A Base Geológica Contínua do Brasil é parte integrante do Banco de Dados e Informações Ambientais – BDIA, do IBGE que, em sua constituição, inclui também as bases de dados de Geomorfologia, Pedologia, Fitoecologia e Recursos Hídricos Subterrâneos, ajustados à Base Cartográfica Contínua do Brasil na escala 1:250.000 (BC250). Todas essas bases de dados estão estruturadas para utilização em Sistemas de Informações Geográficas. No que se refere à Geologia ela inclui seis categorias de informações gráficas vetoriais que se associam a tabelas alfanuméricas, em um modelo de entidades e relacionamentos, denominadas de “Áreas de Geologia”, “Dobras”, “Falhas”, “Fraturas”, “Lineamentos” e “Pontos de Afloramento”. Na categoria “Falhas”, as feições vetoriais são do tipo linha e o seu arranjo reproduz o mapeamento das deformações rúpteis, rúpteis-dúcteis ou dúcteis, que produziram descontinuidades na distribuição das unidades litoestratigráficas ou de seus conjuntos rochosos, representadas por uma superfície plana, ao longo da qual ocorreu movimentação relativa de blocos crustais. Tratam-se, portanto, de fraturas, ao longo das quais ocorre movimentação relativa. A interseção desse plano com a superfície da terra forma linha, ou linhas, chamadas de linha de falha. Tais movimentos podem ser: i) verticais, associados a falhas normais, ou de gravidade, e inversas ou de empurrão ou; ii) horizontais, associados a falhas transcorrentes ou de rejeito direcional. Existem também falhas representadas por movimentações oblíquas, ou de rejeito oblíquo, onde as movimentações relativas dos blocos crustais ocorreram tanto na vertical quanto na horizontal. O mapeamento das ocorrências de falhas no banco BDIA, além da distribuição espacial, apresenta informações sobre a forma de ocorrência (definida ou inferida, encoberta ou não encoberta), o ângulo de mergulho do plano (medido ou estimado) e o comprimento da estrutura em quilômetros. Informa-se ainda a sua classificação (normal, inversa, de rejeito direcional ou oblíquo), o sentido do deslocamento se dextrógiro, sinistrógiro ou vertical e, neste caso, a posição do bloco alto e, quando disponível, o nome da falha e o lineamento a que pertence. Esta é uma camada intermediária de apoio que viabiliza a consulta de feições lineares de Falhas da Base Contínua de Geologia do Brasil por limites dos Biomas (versão 2019).
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A Base Contínua de Geomorfologia do Brasil, parte integrante do Banco de Dados e Informações Ambientais (BDIA), é um produto do projeto Mapeamento de Recursos Naturais do IBGE que, em sua constituição, inclui também as bases de dados de Geologia, Pedologia e Vegetação, ajustados à Base Cartográfica Contínua do Brasil na escala 1:250 000 (BC250). O mapeamento geomorfológico do BDIA considera o ordenamento dos fatos geomorfológicos em uma taxonomia hierarquizada, identificando, de acordo com a ordem de grandeza, subconjuntos que incluem os Domínios Morfoestruturais, as Regiões Geomorfológicas, as Unidades Geomorfológicas, os Modelados e as Formas de Relevo Simbolizadas. Esta metodologia encontra-se descrita no Manual Técnico de Geomorfologia (2ª edição), produzido pelo IBGE. Neste produto, são encontrados, portanto, polígonos de Domínios Morfoestruturais, Regiões Geomorfológicas, Unidades Geomorfológicas e Modelados de Relevo contendo sua forma e natureza genética, organizados em níveis hierárquicos do mais abrangente para o de maior detalhe. As metodologias e procedimentos realizados para a elaboração desta base são herança e evolução de métodos desenvolvidos ao longo do Projeto RADAM/RADAMBRASIL, além de textos e mapas publicados em textos e mapas nos volumes da série MRN (Mapeamento De Recursos Naturais). Este grupo de camadas organiza a visualização da Base Contínua de Geologia do Brasil por Unidades da Federação: 1° Nível (não existente neste grupo, enquadramento de tela direto para o Nível 2); 2° Nível (escala de visualização na tela entre 1:5 000 000 e 1:400 000): Unidades Geomorfológicas 3° Nível (escala de visualização na tela maior 1:400 000): Limite dos Modelados com rótulos das respectivas letras símbolos e algarismos.
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Parte da publicação Contas de Ecossistemas - Espécies ameaçadas de extinção no Brasil, que compõe as Contas Econômicas Ambientais. Foi elaborado a partir das informações sobre a ocorrência das espécies da Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção publicada pelo Ministério do Meio Ambiente a partir das avaliações do risco de extinção das espécies feitas pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio). Para a espacialização do número de espécies ameaçadas, considerando-se as incertezas e a heterogeneidade associadas aos dados de diferentes espécies, adotou-se uma grade para fins estatísticos, ou uma BSU conforme preconiza o SEEA-EEA, com resolução espacial associada a células de 50 km x 50 km. Para as análises espaciais delimitou-se como região de estudo a área compreendida pelo limite oficial do país da Base Cartográfica 1:250.000 (BC250) (IBGE, 2019), adicionada do mar territorial (22,4 Km) das ilhas presentes na base cartográfica (brasileiras ou não), e da delimitação dos Grandes Ecossistemas Marinhos (Large Marine Ecosystems - USGS, 2017) que incluem as costas dos países da América do Sul. A grade recobrindo a área de interesse foi definida a partir dos parâmetros da grade estatística brasileira (IBGE, 2016) em uma projeção de área equivalente, garantindo que todas as células tivessem área constante.
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Dado originado da publicação: Avaliação dos dados sobre a biodiversidade brasileira 2022. Elaborado na grade estatística com resolução de 50 km x 50 km. Apresenta a espacialização do Indicador de Completude Amostral que caracteriza cada célula da grade quanto ao esforço amostral relativo à riqueza de espécies dos registros de anfíbios nelas contidos. Sua utilização pode auxiliar na priorização de esforços de pesquisa e conservação, direcionando recursos para preencher lacunas de conhecimento.
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A Base Geológica Contínua do Brasil é parte integrante do Banco de Dados e Informações Ambientais – BDIA, do IBGE que, em sua constituição, inclui também as bases de dados de Geomorfologia, Pedologia, Fitoecologia e Recursos Hídricos Subterrâneos, ajustados à Base Cartográfica Contínua do Brasil na escala 1:250.000 (BC250). Todas essas bases de dados estão estruturadas para utilização em Sistemas de Informações Geográficas. No que se refere à Geologia ela inclui seis categorias de informações gráficas vetoriais que se associam a tabelas alfanuméricas, em um modelo de entidades e relacionamentos, denominadas de “Áreas de Geologia”, “Dobras”, “Falhas”, “Fraturas”, “Lineamentos” e “Pontos de Afloramento”. Na categoria “Falhas”, as feições vetoriais são do tipo linha e o seu arranjo reproduz o mapeamento das deformações rúpteis, rúpteis-dúcteis ou dúcteis, que produziram descontinuidades na distribuição das unidades litoestratigráficas ou de seus conjuntos rochosos, representadas por uma superfície plana, ao longo da qual ocorreu movimentação relativa de blocos crustais. Tratam-se, portanto, de fraturas, ao longo das quais ocorre movimentação relativa. A interseção desse plano com a superfície da terra forma linha, ou linhas, chamadas de linha de falha. Tais movimentos podem ser: i) verticais, associados a falhas normais, ou de gravidade, e inversas ou de empurrão ou; ii) horizontais, associados a falhas transcorrentes ou de rejeito direcional. Existem também falhas representadas por movimentações oblíquas, ou de rejeito oblíquo, onde as movimentações relativas dos blocos crustais ocorreram tanto na vertical quanto na horizontal. O mapeamento das ocorrências de falhas no banco BDIA, além da distribuição espacial, apresenta informações sobre a forma de ocorrência (definida ou inferida, encoberta ou não encoberta), o ângulo de mergulho do plano (medido ou estimado) e o comprimento da estrutura em quilômetros. Informa-se ainda a sua classificação (normal, inversa, de rejeito direcional ou oblíquo), o sentido do deslocamento se dextrógiro, sinistrógiro ou vertical e, neste caso, a posição do bloco alto e, quando disponível, o nome da falha e o lineamento a que pertence. Esta é uma camada intermediária de apoio que viabiliza a consulta de feições lineares de Falhas da Base Contínua de Geologia do Brasil por limites dos Biomas (versão 2025).
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Dado originado da publicação: Avaliação dos dados sobre a biodiversidade brasileira 2022. Elaborado na grade estatística com resolução de 50 km x 50 km. Apresenta a caracterização das células em sete categorias indicativas do nível de cobertura dos registros de ocorrência de mamíferos, considerando a quantidade, idade, distribuição temporal e completude amostral.
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Dado originado da publicação: Avaliação dos dados sobre a biodiversidade brasileira 2022. Elaborado na grade estatística com resolução de 25 km x 25 km. Apresenta a espacialização do Indicador de Completude Amostral que caracteriza cada célula da grade quanto ao esforço amostral relativo à riqueza de espécies dos registros de peixes nelas contidos. Sua utilização pode auxiliar na priorização de esforços de pesquisa e conservação, direcionando recursos para preencher lacunas de conhecimento.
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Dado originado da publicação: Avaliação dos dados sobre a biodiversidade brasileira 2022. Elaborado na grade estatística com resolução de 25 km x 25 km. Apresenta a caracterização das células em sete categorias indicativas do nível de cobertura dos registros de ocorrência de plantas, considerando a quantidade, idade, distribuição temporal e completude amostral. Camadas adicionais foram acrescentadas para contextualizar as informações: Unidades de Conservação 2022, Terras Indígenas 2020. biomas, Sistema Costeiro-Marinho, Municípios com coleções biológicas e Municípios com Programa de Pós- Graduação em Biodiversidade.
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A Base Geológica Contínua do Brasil é parte integrante do Banco de Dados e Informações Ambientais – BDIA, do IBGE que, em sua constituição, inclui também as bases de dados de Geomorfologia, Pedologia e Fitoecologia, ajustados à Base Cartográfica Contínua do Brasil na escala 1:250.000 (BC250), versão de 2017. Todas essas bases de dados estão estruturadas para utilização em Sistemas de Informações Geográficas. No que se refere à Geologia ela inclui seis categorias de informações gráficas vetoriais que se associam a tabelas alfanuméricas, em um modelo de entidades e relacionamentos, denominadas de “Áreas de Geologia”, “Dobras”, “Falhas”, “Fraturas”, “Lineamentos” e “Pontos de Afloramento”. Na categoria “Dobras”, as feições vetoriais são do tipo linha cujo arranjo reproduz o mapeamento das deformações dúcteis ou rúpteis-dúcteis das unidades litoestratigráficas que produziram dobramentos em escala regional. Para as ocorrências de dobras armazenadas no banco BDIA, além da forma de ocorrência, são apresentadas a classificação da dobra (sinclinal, anticlinal, sinforme ou antiforme), a característica do plano axial (horizontal, inclinado ou vertical), e a característica do eixo (horizontal, simples caimento, duplo caimento ou vertical), além da estimativa e sentido do seu caimento, o comprimento da estrutura em quilômetros e, quando disponível, o nome da dobra. Esta é uma camada intermediária de apoio que viabiliza a consulta de feições lineares de Dobras da Base Contínua de Geologia do Brasil por limites dos Biomas (versão 2025).
IBGE - Catálogo de Metadados Geográficos