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    A Base Geológica Contínua do Brasil é parte integrante do Banco de Dados e Informações Ambientais – BDIA, do IBGE que, em sua constituição, inclui também as bases de dados de Geomorfologia, Pedologia, Fitoecologia e Recursos Hídricos Subterrâneos, ajustados à Base Cartográfica Contínua do Brasil na escala 1:250.000 (BC250). Todas essas bases de dados estão estruturadas para utilização em Sistemas de Informações Geográficas. No que se refere à Geologia, ela inclui seis categorias de informações gráficas vetoriais que se associam a tabelas alfanuméricas, em um modelo de entidades e relacionamentos, denominadas de “Áreas de Geologia”, “Dobras”, “Falhas”, “Fraturas”, “Lineamentos” e “Pontos de Afloramento”. Na categoria “Fraturas”, as feições vetoriais são do tipo linha e o seu arranjo reproduz o mapeamento das deformações essencialmente rúpteis que produziram descontinuidades na distribuição das unidades litoestratigráficas, ou de seus conjuntos rochosos. As fraturas quando possuem movimentação relativa dos blocos envolvidos, caracterizam as falhas, e, quando não há movimentação, são referidas como fraturas ou juntas. No que se refere à presente representação, as feições mapeadas como fraturas são aquelas em que não se observou nenhum tipo de deslocamento entre os blocos crustais ao longo do seu plano, nos trabalhos de campo ou feições lineares negativas nas imagens de sensoriamento remoto. A interseção do plano de fratura com a superfície é representada no mapeamento por uma linha chamada de linha de fratura, ou de junta. O mapeamento das ocorrências de fraturas no banco BDIA, além da distribuição espacial, apresenta informações sobre a forma de ocorrência (definida ou inferida, encoberta ou não encoberta), o ângulo de mergulho do plano (medido ou estimado) e o comprimento da estrutura em quilômetros. São apresentadas informações sobre o seu preenchimento, ou não, como diques e, neste caso, a identificação da rocha e da unidade geológica a que o dique pertence. Esta é uma camada intermediária de apoio que viabiliza a consulta de feições lineares de Fraturas da Base Contínua de Geologia do Brasil por limites dos Biomas (versão 2019).

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    A Base Geológica Contínua do Brasil é parte integrante do Banco de Dados e Informações Ambientais – BDIA, do IBGE que, em sua constituição, inclui também as bases de dados de Geomorfologia, Pedologia, Fitoecologia e Recursos Hídricos Subterrâneos, ajustados à Base Cartográfica Contínua do Brasil na escala 1:250.000 (BC250). Todas essas bases de dados estão estruturadas para utilização em Sistemas de Informações Geográficas. No que se refere à Geologia ela inclui seis categorias de informações gráficas vetoriais que se associam a tabelas alfanuméricas, em um modelo de entidades e relacionamentos, denominadas de “Áreas de Geologia”, “Dobras”, “Falhas”, “Fraturas”, “Lineamentos” e “Pontos de Afloramento”. Na categoria “Falhas”, as feições vetoriais são do tipo linha e o seu arranjo reproduz o mapeamento das deformações rúpteis, rúpteis-dúcteis ou dúcteis, que produziram descontinuidades na distribuição das unidades litoestratigráficas ou de seus conjuntos rochosos, representadas por uma superfície plana, ao longo da qual ocorreu movimentação relativa de blocos crustais. Tratam-se, portanto, de fraturas, ao longo das quais ocorre movimentação relativa. A interseção desse plano com a superfície da terra forma linha, ou linhas, chamadas de linha de falha. Tais movimentos podem ser: i) verticais, associados a falhas normais, ou de gravidade, e inversas ou de empurrão ou; ii) horizontais, associados a falhas transcorrentes ou de rejeito direcional. Existem também falhas representadas por movimentações oblíquas, ou de rejeito oblíquo, onde as movimentações relativas dos blocos crustais ocorreram tanto na vertical quanto na horizontal. O mapeamento das ocorrências de falhas no banco BDIA, além da distribuição espacial, apresenta informações sobre a forma de ocorrência (definida ou inferida, encoberta ou não encoberta), o ângulo de mergulho do plano (medido ou estimado) e o comprimento da estrutura em quilômetros. Informa-se ainda a sua classificação (normal, inversa, de rejeito direcional ou oblíquo), o sentido do deslocamento se dextrógiro, sinistrógiro ou vertical e, neste caso, a posição do bloco alto e, quando disponível, o nome da falha e o lineamento a que pertence. Esta é uma camada intermediária de apoio que viabiliza a consulta de feições lineares de Falhas da Base Contínua de Geologia do Brasil por limites dos Biomas (versão 2019).

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    Parte da publicação Contas de Ecossistemas - Espécies ameaçadas de extinção no Brasil, que compõe as Contas Econômicas Ambientais. Foi elaborado a partir das informações sobre a ocorrência das espécies da Lista Nacional Oficial de Espécies da Flora Ameaçadas de Extinção publicada pelo Ministério do Meio Ambiente a partir das avaliações do risco de extinção das espécies feitas pelo Centro Nacional de Conservação da Flora do Jardim Botânico do Rio de Janeiro - CNCFlora/JBRJ . Para a espacialização do número de espécies ameaçadas, considerando-se as incertezas e a heterogeneidade associadas aos dados de diferentes espécies, adotou-se uma grade para fins estatísticos, ou uma BSU conforme preconiza o SEEA-EEA, com resolução espacial associada a células de 50 km x 50 km. Para as análises espaciais delimitou-se como região de estudo a área compreendida pelo limite oficial do país da Base Cartográfica 1:250.000 (BC250) (IBGE, 2019). A grade recobrindo a área de interesse foi definida a partir dos parâmetros da grade estatística brasileira (IBGE, 2016) em uma projeção de área equivalente, garantindo que todas as células tivessem área constante.

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    Parte da publicação Contas de Ecossistemas - Espécies ameaçadas de extinção no Brasil, que compõe as Contas Econômicas Ambientais. Foi elaborado a partir das informações sobre a ocorrência das espécies da Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção publicada pelo Ministério do Meio Ambiente a partir das avaliações do risco de extinção das espécies feitas pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio). Para a espacialização do número de espécies ameaçadas, considerando-se as incertezas e a heterogeneidade associadas aos dados de diferentes espécies, adotou-se uma grade para fins estatísticos, ou uma BSU conforme preconiza o SEEA-EEA, com resolução espacial associada a células de 50 km x 50 km. Para as análises espaciais delimitou-se como região de estudo a área compreendida pelo limite oficial do país da Base Cartográfica 1:250.000 (BC250) (IBGE, 2019), adicionada do mar territorial (22,4 Km) das ilhas presentes na base cartográfica (brasileiras ou não), e da delimitação dos Grandes Ecossistemas Marinhos (Large Marine Ecosystems - USGS, 2017) que incluem as costas dos países da América do Sul. A grade recobrindo a área de interesse foi definida a partir dos parâmetros da grade estatística brasileira (IBGE, 2016) em uma projeção de área equivalente, garantindo que todas as células tivessem área constante. O Mapa apresenta também as áreas antropizadas em 2014, de acordo com as Contas de Extensão dos Ecossistemas.

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    No âmbito do projeto de Contas de Extensão de Ecossistemas, a delimitação territorial preliminar para avaliação dos ecossistemas foi os biomas brasileiros, portanto, derivou-se do Monitoramento da Cobertura e Uso da Terra os recortes por limites de biomas a partir do Mapa de Biomas do IBGE na escalda de 1:250.000. O Monitoramento da Cobertura e Uso da Terra tem como objetivo espacializar e quantificar a cobertura e uso da terra do Brasil, em períodos regulares, a partir do mapeamento sistemático. A metodologia envolve interpretação visual de imagens de satélite, campanhas de campo e consulta a informações complementares. Os dados são divulgados em Grade Estatística, que cobre o território brasileiro com células de 1km².

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    Parte da publicação Contas de Ecossistemas - Espécies ameaçadas de extinção no Brasil, que compõe as Contas Econômicas Ambientais. Foi elaborado a partir das informações sobre a ocorrência das espécies da Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção publicada pelo Ministério do Meio Ambiente a partir das avaliações do risco de extinção das espécies feitas pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio). Para a espacialização do número de espécies ameaçadas, considerando-se as incertezas e a heterogeneidade associadas aos dados de diferentes espécies, adotou-se uma grade para fins estatísticos, ou uma BSU conforme preconiza o SEEA-EEA, com resolução espacial associada a células de 50 km x 50 km. Para as análises espaciais delimitou-se como região de estudo a área compreendida pelo limite oficial do país da Base Cartográfica 1:250.000 (BC250) (IBGE, 2019), adicionada do mar territorial (22,4 Km) das ilhas presentes na base cartográfica (brasileiras ou não), e da delimitação dos Grandes Ecossistemas Marinhos (Large Marine Ecosystems - USGS, 2017) que incluem as costas dos países da América do Sul. A grade recobrindo a área de interesse foi definida a partir dos parâmetros da grade estatística brasileira (IBGE, 2016) em uma projeção de área equivalente, garantindo que todas as células tivessem área constante.

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    Parte da publicação Contas de Ecossistemas - Espécies ameaçadas de extinção no Brasil, que compõe as Contas Econômicas Ambientais. Foi elaborado a partir das informações sobre a ocorrência das espécies da Lista Nacional Oficial de Espécies da Flora Ameaçadas de Extinção publicada pelo Ministério do Meio Ambiente a partir das avaliações do risco de extinção das espécies feitas pelo Centro Nacional de Conservação da Flora do Jardim Botânico do Rio de Janeiro - CNCFlora/JBRJ . Para a espacialização do número de espécies ameaçadas, considerando-se as incertezas e a heterogeneidade associadas aos dados de diferentes espécies, adotou-se uma grade para fins estatísticos, ou uma BSU conforme preconiza o SEEA-EEA, com resolução espacial associada a células de 50 km x 50 km. Para as análises espaciais delimitou-se como região de estudo a área compreendida pelo limite oficial do país da Base Cartográfica 1:250.000 (BC250) (IBGE, 2019). A grade recobrindo a área de interesse foi definida a partir dos parâmetros da grade estatística brasileira (IBGE, 2016) em uma projeção de área equivalente, garantindo que todas as células tivessem área constante. O Mapa apresenta também as áreas antropizadas em 2014, de acordo com as Contas de Extensão dos Ecossistemas.

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    O Mapa de Cobertura e Uso da Terra no Bioma Amazônia - 2018 é parte integrante da publicação Contas de Extensão de Ecossistemas que compõe as Contas Econômicas Ambientais. Para elaboração deste mapa, utilizou-se dados provenientes do Monitoramento da Cobertura e Uso da Terra do Brasil (IBGE,2019) - mapeamento sistemático realizado em intervalos regulares que tem por objetivo espacializar e quantificar dados de cobertura e uso da terra no país. Para o recorte deste mapa, utilizou-se o limite do Bioma Amazônia do Mapa de Biomas na escala de 1:250.000 (IBGE,2019).

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    Parte da publicação Contas de Ecossistemas - Espécies ameaçadas de extinção no Brasil, que compõe as Contas Econômicas Ambientais. Foi elaborado a partir das informações sobre a ocorrência das espécies da Lista Nacional Oficial de Espécies da Flora Ameaçadas de Extinção publicada pelo Ministério do Meio Ambiente a partir das avaliações do risco de extinção das espécies feitas pelo Centro Nacional de Conservação da Flora do Jardim Botânico do Rio de Janeiro - CNCFlora/JBRJ . Para a espacialização do número de espécies ameaçadas, considerando-se as incertezas e a heterogeneidade associadas aos dados de diferentes espécies, adotou-se uma grade para fins estatísticos, ou uma BSU conforme preconiza o SEEA-EEA, com resolução espacial associada a células de 50 km x 50 km. Para as análises espaciais delimitou-se como região de estudo a área compreendida pelo limite oficial do país da Base Cartográfica 1:250.000 (BC250) (IBGE, 2019). A grade recobrindo a área de interesse foi definida a partir dos parâmetros da grade estatística brasileira (IBGE, 2016) em uma projeção de área equivalente, garantindo que todas as células tivessem área constante. O Mapa apresenta também as áreas antropizadas em 2014, de acordo com as Contas de Extensão dos Ecossistemas.

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    No âmbito do projeto de Contas de Extensão de Ecossistemas, a delimitação territorial preliminar para avaliação dos ecossistemas foi os biomas brasileiros, portanto, derivou-se do Monitoramento da Cobertura e Uso da Terra os recortes por limites de biomas a partir do Mapa de Biomas do IBGE na escala de 1:250.000. O Monitoramento da Cobertura e Uso da Terra tem como objetivo espacializar e quantificar a cobertura e uso da terra do Brasil, em períodos regulares, a partir do mapeamento sistemático. A metodologia envolve interpretação visual de imagens de satélite, campanhas de campo e consulta a informações complementares. Os dados são divulgados em Grade Estatística, que cobre o território brasileiro com células de 1km².