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    Mapa exibindo as conexões entre as Metrópoles representando o agregado das ligações entre as atividades que geram fluxo ( ligação de gestão pública, de gestão empresarial, passagens aéreas vendidas na ligação e ligações rodoviárias e hidroviárias por transporte público).. As ligações de primeira ordem representam o dobro das de segunda ordem e o triplo das de terceira, de acordo com o indicador de intensidade para cada um dos temas (respectivamente, o nível de ligação de gestão pública, o nível de ligação de gestão empresarial, as passagens aéreas vendidas na ligação e a frequência das ligações rodoviárias e hidroviárias por transporte público). Indicadores de intensidade: dentre as ligações entre metrópoles, para cada variável, o destino com maior valor foi classificado como de primeira ordem; as ligações com até metade do valor de primeira ordem foram classificadas como de segunda ordem; as ligações até um terço inferiores ao valor da principal foram classificadas como de terceira ordem; as demais foram desconsideradas. Periodicidade Decenal IBGE, Diretoria de Geociências, Coordenação de Geografia, Regiões de Influência das Cidades, 2018.; Agência Nacional de Aviação Civil, Anuário do Transporte Aéreo, 2018. ; IBGE, Diretoria de Geociências, Coordenação de Geografia, Ligações Rodoviárias e Hidroviárias, 2016.

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    Geoserviço exibindo as classes de centralidade de Gestão do Território - 2018 Para cada Cidade foi calculado o Índice de Centralidade de Gestão do Terrótio (CGT), defido da seguinte forma: CGTj = log CGPj+ log CIj onde CGTj é a Centralidade de Gestão do Território da Cidade j; CGPj é a Centralidade de Gestão Pública da Cidade j; e CIj é o Coeficiente de Intensidade da Gestão Empresarial da Cidade j. Em seguida, as Cidades foram divididas em cinco níveis pelo método de intervalos iguais. Os níveis de centralidade de gestão do território revelam a capacidade de comando e articulação territorial que a Cidade exerce por meio da relação entre sedes de instituições públicas e suas unidades descentralizadas e das relações entre sedes e filiais de empresas privadas. Periodicidade Decenal IBGE, Diretoria de Geociências, Coordenação de Geografia, Regiões de Influência das Cidades, 2018.

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    Mapa exibindo a centralidade e ligações das redes de televisão aberta. O mapa representa as Cidades classificadas de acordo com a centralidade das redes de televisão aberta e as áreas de cobertura das emissoras consideradas na pesquisa O mapa representa as Cidades classificadas de acordo com a centralidade das redes de televisão aberta e as áreas de cobertura das emissoras consideradas na pesquisa Periodicidade Decenal IBGE, Diretoria de Geociências, Coordenação de Geografia, Regiões de Influência das Cidades, 2018; Comercial Record TV, 2018; Fundação Padre Anchieta, 2018; Negócios Globo, 2018; SBT, 2018.

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    Mapa exibindo a distribuição dos níveis de centralidade em Gestão do Território no Território Nacional. Para cada Cidade foi calculado o Índice de Centralidade de Gestão do Terrótio (CGT), defido da seguinte forma: CGTj = log CGPj+ log CIj onde CGTj é a Centralidade de Gestão do Território da Cidade j; CGPj é a Centralidade de Gestão Pública da Cidade j; e CIj é o Coeficiente de Intensidade da Gestão Empresarial da Cidade j. Em seguida, as Cidades foram divididas em cinco níveis pelo método de intervalos iguais. Os níveis de centralidade de gestão do território revelam a capacidade de comando e articulação territorial que a Cidade exerce por meio da relação entre sedes de instituições públicas e suas unidades descentralizadas e das relações entre sedes e filiais de empresas privadas. Periodicidade Decenal IBGE, Diretoria de Geociências, Coordenação de Geografia, Regiões de Influência das Cidades, 2018.

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    Geoserviço exibindo detalhamento da rede do AP Blumenau (SC) - Capital Regional B (2B) e suas interações. Estrutura da rede, indicando vínculo direto ao centro principal em vermelho, vínculos a centros secundários em laranja. IBGE, Diretoria de Geociências, Coordenação de Geografia, Regiões de Influência das Cidades, 2018

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    Geoserviço exibindo detalhamento da rede do AP Chapecó (SC) - Capital Regional B (2B) e suas interações. Estrutura da rede, indicando vínculo direto ao centro principal em vermelho, vínculos a centros secundários em laranja. IBGE, Diretoria de Geociências, Coordenação de Geografia, Regiões de Influência das Cidades, 2018

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    Geoserviço exibindo detalhamento da rede do AP Criciúma (SC) - Capital Regional B (2B) e suas interações. Estrutura da rede, indicando vínculo direto ao centro principal em vermelho, vínculos a centros secundários em laranja. IBGE, Diretoria de Geociências, Coordenação de Geografia, Regiões de Influência das Cidades, 2018

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    Geoserviço exibindo detalhamento da rede do AP Itajaí - Balneário Camboriú (SC) - Capital Regional B (2B) e suas interações. Estrutura da rede, indicando vínculo direto ao centro principal em vermelho, vínculos a centros secundários em laranja. IBGE, Diretoria de Geociências, Coordenação de Geografia, Regiões de Influência das Cidades, 2018

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    Geoserviço exibindo detalhamento da rede do AP Caxias do Sul (RS) - Capital Regional B (2B) e suas interações. Estrutura da rede, indicando vínculo direto ao centro principal em vermelho, vínculos a centros secundários em laranja. IBGE, Diretoria de Geociências, Coordenação de Geografia, Regiões de Influência das Cidades, 2018

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    Geoserviço exibindo detalhamento da rede de Passo Fundo (RS) - Capital Regional B (2B) e suas interações. Estrutura da rede, indicando vínculo direto ao centro principal em vermelho, vínculos a centros secundários em laranja. IBGE, Diretoria de Geociências, Coordenação de Geografia, Regiões de Influência das Cidades, 2018