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    O Mapa de Compartimentos de Relevo do Brasil, elaborado no escopo da publicação Macrocaracterização dos Recursos Naturais do Brasil, apresenta parte dos resultados obtidos ao longo do projeto Mapeamento dos Recursos Naturais, que mapeou e descreveu os recursos naturais brasileiros, na escala 1:250 000, relativos aos temas Geologia (rochas), Geomorfologia (relevo), Pedologia (solos) e Vegetação. Este mapa foi editorado a partir da generalização da interpretação original (escala 1:250.000) no intuito de eliminar ou agregar polígonos muito pequenos para a escala-alvo, tornando os mapas menos densos, visando facilitar ao usuário a discriminação dos elementos. Os dados originais fazem parte do acervo do Banco de Dados de Informações Ambientais (https://bdiaweb.ibge.gov.br/#/home) e foram elaborados a partir da interpretação visual de imagens de satélite – CBERS, LANDSAT 5, LANDSAT 7 e LANDSAT 8 – e do modelo digital de terreno do projeto da NASA Shuttle Radar Topography Mission – SRTM, além do levantamento bibliográfico e de trabalhos de campo que percorreram parte do território nacional com coleta de informações in loco. As informações vetoriais relacionadas às massas d´água continentais e ao limite do país foram compiladas do produto Base Cartográfica Contínua do Brasil, escala 1:250.000 – BC250. Os Compartimento de Relevo do Brasil representam tipologias de relevo com fisionomias semelhantes que se repetem pelo país, identificando feições genéricas de relevo, tais como serras, patamares e planaltos, sem individualização ou destaque para qualquer feição singular. O Manual Técnico de Geomorfologia (2ª edição) do IBGE define os Compartimentos de Relevo, assim como a estrutura taxonômica do mapeamento geomorfológico do IBGE. Estes Compartimentos foram elaborados a partir da reinterpretação das Unidades de Geomorfológicas e/ou Modelados, com auxílio das informações do modelo digital de terreno do Topodata/INPE (em cima dos dados da SRTM/NASA).

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    O Mapa de Compartimentos de Relevo do Brasil, elaborado no escopo da publicação Macrocaracterização dos Recursos Naturais do Brasil, apresenta parte dos resultados obtidos ao longo do projeto Mapeamento dos Recursos Naturais, que mapeou e descreveu os recursos naturais brasileiros, na escala 1:250 000, relativos aos temas Geologia (rochas), Geomorfologia (relevo), Pedologia (solos) e Vegetação. Os dados originais fazem parte do acervo do Banco de Dados de Informações Ambientais (https://bdiaweb.ibge.gov.br/#/home) e foram elaborados a partir da interpretação visual de imagens de satélite – CBERS, LANDSAT 5, LANDSAT 7 e LANDSAT 8 – e do modelo digital de terreno do projeto da NASA Shuttle Radar Topography Mission – SRTM, além do levantamento bibliográfico e de trabalhos de campo que percorreram parte do território nacional com coleta de informações in loco. As informações vetoriais relacionadas às massas d´água continentais e ao limite do país foram compiladas do produto Base Cartográfica Contínua do Brasil, escala 1:250.000 – BC250. Os Compartimento de Relevo do Brasil representam tipologias de relevo com fisionomias semelhantes que se repetem pelo país, identificando feições genéricas de relevo, tais como serras, patamares e planaltos, sem individualização ou destaque para qualquer feição singular. O Manual Técnico de Geomorfologia (2ª edição) do IBGE define os Compartimentos de Relevo, assim como a estrutura taxonômica do mapeamento geomorfológico do IBGE. Estes Compartimentos foram elaborados a partir da reinterpretação das Unidades de Geomorfológicas e/ou Modelados, com auxílio das informações do modelo digital de terreno do Topodata/INPE (em cima dos dados da SRTM/NASA).

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    A utilização de Modelo Digital de Elevação – MDE na Geomorfologia oferece uma visão tridimensional das áreas em questão. O modelo pode ser construído a partir da obtenção de imagens através de pares estereoscópicos ou por visadas alternadas da paisagem obtidas em ângulos diferentes. Os modelos apresentados foram elaborados a partir da combinação de imagens de satélite Landsat 5 TM e Landsat 7 ETM+ fornecidas pelo INPE com os dados gerados pela Shuttle Radar Topography Mission – SRTM, disponibilizados pela EMBRAPA. Neles, a topografia bem contrastada conjugada à sombra do radar realçam bem as unidades, sobretudo em regiões de transição onde o relevo é marcado por serras, tabuleiros e planícies costeiras. Com isso foram selecionadas quatro áreas do território brasileiro representativas dos compartimentos e das unidades de relevo: Planície e Planalto Rebaixado - Arquipélago das Anavilhanas - AM; Planalto e Chapada - Chapada do Araripe - CE e PE; Planície e Serra - Pantanal Mato-grossense - MT; Depressão e Serra - Vale do Rio Paraíba do Sul - SP e RJ.

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    O mapa de Unidades de Relevo do Brasil, na escala de 1:5.000.000, visa oferecer uma visão sinóptica do relevo brasileiro, segundo uma classificação sistemática dos fenômenos geomorfológicos, adotando uma taxonomia na qual as unidades identificadas integram uma organização hierárquica baseada em ordens de grandeza temporo-espaciais, que incluem os Domínios Morfoestruturais, as Regiões Geomorfológicas, as Unidades de Relevo e os Modelados. Nesta nova edição, revista e atualizada, o número de unidades identificadas foi ampliado para 167 (a primeira edição contava com 65 Unidades e resumia as informações existentes nos relatórios do Projeto RADAMBRASIL), decorrente, sobretudo, do detalhamento em trabalhos realizados na Amazônia Legal (Projeto SIVAM), nas Regiões Nordeste, Centro-Oeste (Pantanal Matogrossense) e Sul, relacionados a atividades permanentes de mapeamento sistemático e de parcerias vinculadas a projetos em convênio com outras instituições, com a utilização de diferentes tipos de sensores (imagens de radar, imagens de satélite Landsat TM), tecnologias de sensoriamento remoto, processamento digital de imagens e geoprocessamento.

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    Compartimentos de relevo constituem os conjuntos de unidades de relevo identificados como planícies, depressões, tabuleiros, chapadas, patamares, planaltos e serras. Planícies são conjuntos de formas de relevo planas ou suavemente onduladas, emgeral posicionadas a baixa altitude, e em que processos de sedimentação superamos de erosão. Tabuleiros e chapadas são conjuntos de formas de relevo de topo plano, elaboradas em rochas sedimentares, em geral limitadas por escarpas; os tabuleiros apresentam altitudes relativamente baixas, enquanto as chapadas situam-se em altitudes mais elevadas. Depressões são conjuntos de relevos planos ou ondulados situados abaixo do nível das regiões vizinhas, elaborados em rochas de classes variadas. Os patamares são relevos planos ou ondulados, elaborados em diferentes classes de rochas, constituindo superfícies intermediárias ou degraus entre áreas de relevos mais elevados e áreas topograficamente mais baixas. Os planaltos são conjuntos de relevos planos ou dissecados, de altitudes elevadas, limitados, pelo menos em um lado, por superfícies mais baixas, onde os processos de erosão superam os de sedimentação. As serras constituem relevos acidentados, elaborados em rochas diversas, formando cristas e cumeadas ou as bordas escarpadas de planaltos. O mapas representado reproduz o existente no Mapa de Unidades de Relevo do Brasil, na escala de 1:5.000.000, publicado pelo IBGE em 2006.