Diretoria de Geociências(DGC)- Coordenação de Recursos Naturais e Estudos Ambientais(CREN)
Type of resources
Available actions
Categories
Keywords
Contact for the resource
Provided by
Representation types
status
Scale
-
O mapa do Esboço geológico elaborado a partir de informações geológicas produzidas pelo IBGE atrávés de campanhas de campo e pesquisas. Foi elaborado também através de mapas e trabalhos editados pela Companhia de Pesquisa de Recursos Minerais - CPRM além de outras instiutições de ensino e pesquisa como as universidades. Também foram consultados os artigos publicados em congressos, simpósios de geologia e revistas especializadas.
-
O Mapa de Potencialidade agrícola para o Atlas Nacional do Brasil Milton Santos foi elaborado através de uma abordagem interpretativa, onde as características dos solos que ocupam posição de destaque, ou seja, em maior proporção areal nas unidades de mapeamento, são retratadas de forma que as avaliações sejam um reflexo de tais características intrínsecas (físicas, químicas e morfológicas), acrescidas de um parâmetro extrínseco, que é a topografia predominante nas unidades de mapeamento. Esses atributos intrínsecos e extrínseco foram inseridos e analisados em uma matriz de avaliação denominada Atributos para Avaliação da Potencialidade Natural. Essa análise tem o intuito de se conhecer e avaliar potencialidades e limitações das diferentes classes de solos e sua forma de ocorrência.
-
As informações sobre as Atividades sísmicas no Brasil e na América do Sul foram obtidas a partir dos dados divulgados pelo Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas, da Universidade de São Paulo, através do Boletim Sísmico. Para os demais países da América do Sul, utilizou-se outras duas fontes de dados, do Centro Sismológico Nacional da Universidade do Chile e da United States Geological Survey (USGS). Para estes dois conjuntos de dados, selecionou-se as magnitudes iguais ou maiores que 7 e iguais ou maiores que 3, respectivamente (escala Richter, que vai de 0 a 10).
-
O mapa apresenta os principais traços estruturais resultantes das atividades tectônicas que se desenvolveram ao longo das diversas fases da história geológica do país. A ênfase foi dada às falhas neotectônica e paleotectônica, anticlinais e sinclinais.
-
08 mapas. Fatores agravantes de inundações na área urbana dos municípios, tais como: dimensionamento inadequado de projeto de drenagem; obstrução de bueiros e bocas-de-lobo; obras inadequadas; ocupação intensa e desordenada do solo; lençol freático alto; interferência física no sistema de drenagem; desmatamento; lançamento inadequado de resíduos sólidos. Em encarte tabela com os percentuais de municípios brasileiros por tipo de fator agravante mapeado. Fonte : IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de População e Indicadores Sociais, Pesquisa Nacional de Saneamento Básico 2008. Nota: O município pode apresentar mais de um fator agravante das inundações e/ou alagamentos na área urbana.
-
Os mapa de Classificação química das águas superficiais e de Classificação química das águas subterrâneas da Região Nordeste, incluindo o norte de Minas Gerais (área de atuação da SUDENE), compreendem estudos de zoneamento hidroquímico realizados a partir de análises físico-químicas. A classificação dos tipos químicos é estabelecida utilizando-se o Diagrama Triangular de Féré, o qual consiste em dois triângulos, dispostos base a base, onde são plotados os teores proporcionais dos cátions e ânions de cada amostra de água. Os resultados dessa classificação foram migrados e georreferenciados no MicroStation, o que possibilitou a seleção de grupos químicos que guardam características mais ou menos similares no âmbito de seus domínios. As informações apresentadas objetivam o melhor conhecimento da qualidade química das águas subterrâneas da Região Nordeste – região mais carente de recursos hídricos no Brasil – oferecendo, assim, subsídios para o planejamento e uso racional dos recursos hídricos em escala regional.
-
06 mapas. Destinação final de resíduos sólidos especiais (septicos, industrisis, pneumáticos, pilhas e baterias, resíduos da construção e lâmpadas fluorescentes), por município, sob as seguintes formas de disposição: vazadouro, em conjunto com os demais resíduos; sob controle em aterro e/ou pátio/galpão; vazadouro e aterros e/ou pátio/galpão. Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de População e Indicadores Sociais, Pesquisa Nacional de Saneamento Básico 2008. Nota 1: O município pode apresentar mais de uma forma de disposição no solo. Nota 2: A categoria "sob controle em aterros e/ou pátio/galpão" engloba as variáveis " sob controle em aterro convencional em conjunto com os demais resíduos", "sob controle em aterro da prefeitura específico para resíduos especiais","sob controle em aterro de terceiros específico para resíduos especiais". Para os resíduos de construção foram consideradas também mais duas variáveis: "utilização definitiva e sob controle dos resíduos como material de aterro pela prefeitura após triagem e remoção dos resíduos classes B, C e D" e "utilização definitiva e sob controle dos resíduos como material de aterro por terceiros após triagem e remoção dos resíduos classes B, C e D".
-
Proporção de distritos dos municípios com rede geral de água. Em encarte, a mesma informação é apresentada em detalhe mostrando as Regiões Sudeste e Sul. Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de População e Indicadores Sociais, Pesquisa Nacional de Saneamento Básico 2008.
-
Conjunto de mapas representando a destinação final dos resíduos sólidos em vazadouros a céu aberto (lixão) por município segundo estrato populacional. Fonte : IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de População e Indicadores Sociais, Pesquisa Nacional de Saneamento Básico 2008; IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de População e Indicadores Sociais, Estimativas populacionais com data de referência em 1º de junho de 2008.
-
Mapas representando os municípios que realizam e os que não realizam coleta seletiva no Brasil. Em encarte, dois gráficos mostrando a existência de coleta seletiva no Brasil: proporções de municípios com e sem coleta seletiva no Brasil, comparando os anos de 2000 e 2008; proporções de municípios com e sem coleta seletiva em 2008, segundo as Grandes Regiões. Fonte : IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de População e Indicadores Sociais, Pesquisa Nacional de Saneamento Básico 2002/2008.
IBGE - Catálogo de Metadados Geográficos