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  • O mapa Principais estruturas lineares e províncias estruturais 2022 faz parte da publicação Atlas Nacional Digital do Brasil 2022 que tem como objetivo principal o entendimento, em um sentido amplo, dos processos estruturantes do espaço geográfico brasileiro, através da atualização do Atlas Nacional do Brasil Milton Santos 2010. Neste contexto, a abrangência do temário proposto, incluindo o presente mapeamento, é resultado da valiosa contribuição das fontes oriundas do próprio IBGE e de outras instituições públicas e privadas, sem as quais o Atlas Nacional Digital do Brasil 2022 não daria conta da complexa articulação de temas que envolvem a atualização do conhecimento do território brasileiro.

  • O Monitoramento da Cobertura e Uso da Terra tem como objetivo espacializar e quantificar a cobertura e uso da terra do Brasil, em períodos regulares, a partir do mapeamento sistemático. A metodologia envolve interpretação visual de imagens de satélite, campanhas de campo e consulta a informações complementares. Os dados são produzidos e divulgados em Grade Estatística, que cobre o território brasileiro com células de 1 km². Revisão da série histórica - A fim de incorporar atualizações nas bases de dados oficiais utilizadas pelo Monitoramento de Cobertura e Uso da Terra (MCUT), na edição 2018/2020 foi realizada uma revisão da série histórica. As atualizações referem-se ao espelhamento das mudanças publicadas na versão 2021 do Mapa de Vegetação do IBGE e também àquelas implementadas na divisão estadual brasileira, que é periodicamente atualizada pelo IBGE. Tais alterações foram retroagidas ao início da série do MCUT, desde 2000. Diante disso, os dados publicados anteriormente, para os anos 2000, 2010, 2012, 2014, 2016 e 2018, tornaram-se desatualizados e foram substituídos pelos arquivos revisados. Assim, em conjunto com os dados de 2020, passam a fornecer uma série histórica consistente que retrata as alterações da cobertura e uso da terra do Brasil.

  • O Monitoramento da Cobertura e Uso da Terra tem como objetivo espacializar e quantificar a cobertura e uso da terra do Brasil, em períodos regulares, a partir do mapeamento sistemático. A metodologia envolve interpretação visual de imagens de satélite, campanhas de campo e consulta a informações complementares. Os dados são produzidos e divulgados em Grade Estatística, que cobre o território brasileiro com células de 1 km². Revisão da série histórica - A fim de incorporar atualizações nas bases de dados oficiais utilizadas pelo Monitoramento de Cobertura e Uso da Terra (MCUT), na edição 2018/2020 foi realizada uma revisão da série histórica. As atualizações referem-se ao espelhamento das mudanças publicadas na versão 2021 do Mapa de Vegetação do IBGE e também àquelas implementadas na divisão estadual brasileira, que é periodicamente atualizada pelo IBGE. Tais alterações foram retroagidas ao início da série do MCUT, desde 2000. Diante disso, os dados publicados anteriormente, para os anos 2000, 2010, 2012, 2014, 2016 e 2018, tornaram-se desatualizados e foram substituídos pelos arquivos revisados. Assim, em conjunto com os dados de 2020, passam a fornecer uma série histórica consistente que retrata as alterações da cobertura e uso da terra do Brasil.

  • O Monitoramento da Cobertura e Uso da Terra tem como objetivo espacializar e quantificar a cobertura e uso da terra do Brasil, em períodos regulares, a partir do mapeamento sistemático. A metodologia envolve interpretação visual de imagens de satélite, campanhas de campo e consulta a informações complementares. Os dados são produzidos e divulgados em Grade Estatística, que cobre o território brasileiro com células de 1 km². Revisão da série histórica - A fim de incorporar atualizações nas bases de dados oficiais utilizadas pelo Monitoramento de Cobertura e Uso da Terra (MCUT), na edição 2018/2020 foi realizada uma revisão da série histórica. As atualizações referem-se ao espelhamento das mudanças publicadas na versão 2021 do Mapa de Vegetação do IBGE e também àquelas implementadas na divisão estadual brasileira, que é periodicamente atualizada pelo IBGE. Tais alterações foram retroagidas ao início da série do MCUT, desde 2000. Diante disso, os dados publicados anteriormente, para os anos 2000, 2010, 2012, 2014, 2016 e 2018, tornaram-se desatualizados e foram substituídos pelos arquivos revisados. Assim, em conjunto com os dados de 2020, passam a fornecer uma série histórica consistente que retrata as alterações da cobertura e uso da terra do Brasil.

  • O Monitoramento da Cobertura e Uso da Terra tem como objetivo espacializar e quantificar a cobertura e uso da terra do Brasil, em períodos regulares, a partir do mapeamento sistemático. A metodologia envolve interpretação visual de imagens de satélite, campanhas de campo e consulta a informações complementares. Os dados são produzidos e divulgados em Grade Estatística, que cobre o território brasileiro com células de 1 km². Revisão da série histórica - A fim de incorporar atualizações nas bases de dados oficiais utilizadas pelo Monitoramento de Cobertura e Uso da Terra (MCUT), na edição 2018/2020 foi realizada uma revisão da série histórica. As atualizações referem-se ao espelhamento das mudanças publicadas na versão 2021 do Mapa de Vegetação do IBGE e também àquelas implementadas na divisão estadual brasileira, que é periodicamente atualizada pelo IBGE. Tais alterações foram retroagidas ao início da série do MCUT, desde 2000. Diante disso, os dados publicados anteriormente, para os anos 2000, 2010, 2012, 2014, 2016 e 2018, tornaram-se desatualizados e foram substituídos pelos arquivos revisados. Assim, em conjunto com os dados de 2020, passam a fornecer uma série histórica consistente que retrata as alterações da cobertura e uso da terra do Brasil.

  • O Monitoramento da Cobertura e Uso da Terra tem como objetivo espacializar e quantificar a cobertura e uso da terra do Brasil, em períodos regulares, a partir do mapeamento sistemático. A metodologia envolve interpretação visual de imagens de satélite, campanhas de campo e consulta a informações complementares. Os dados são produzidos e divulgados em Grade Estatística, que cobre o território brasileiro com células de 1 km². Revisão da série histórica - A fim de incorporar atualizações nas bases de dados oficiais utilizadas pelo Monitoramento de Cobertura e Uso da Terra (MCUT), na edição 2018/2020 foi realizada uma revisão da série histórica. As atualizações referem-se ao espelhamento das mudanças publicadas na versão 2021 do Mapa de Vegetação do IBGE e também àquelas implementadas na divisão estadual brasileira, que é periodicamente atualizada pelo IBGE. Tais alterações foram retroagidas ao início da série do MCUT, desde 2000. Diante disso, os dados publicados anteriormente, para os anos 2000, 2010, 2012, 2014, 2016 e 2018, tornaram-se desatualizados e foram substituídos pelos arquivos revisados. Assim, em conjunto com os dados de 2020, passam a fornecer uma série histórica consistente que retrata as alterações da cobertura e uso da terra do Brasil.

  • O Monitoramento da Cobertura e Uso da Terra tem como objetivo espacializar e quantificar a cobertura e uso da terra do Brasil, em períodos regulares, a partir do mapeamento sistemático. A metodologia envolve interpretação visual de imagens de satélite, campanhas de campo e consulta a informações complementares. Os dados são produzidos e divulgados em Grade Estatística, que cobre o território brasileiro com células de 1 km². Revisão da série histórica - A fim de incorporar atualizações nas bases de dados oficiais utilizadas pelo Monitoramento de Cobertura e Uso da Terra (MCUT), na edição 2018/2020 foi realizada uma revisão da série histórica. As atualizações referem-se ao espelhamento das mudanças publicadas na versão 2021 do Mapa de Vegetação do IBGE e também àquelas implementadas na divisão estadual brasileira, que é periodicamente atualizada pelo IBGE. Tais alterações foram retroagidas ao início da série do MCUT, desde 2000. Diante disso, os dados publicados anteriormente, para os anos 2000, 2010, 2012, 2014, 2016 e 2018, tornaram-se desatualizados e foram substituídos pelos arquivos revisados. Assim, em conjunto com os dados de 2020, passam a fornecer uma série histórica consistente que retrata as alterações da cobertura e uso da terra do Brasil.

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