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    A Base Contínua de Pedologia do Brasil, parte integrante do Banco de Dados e Informações Ambientais (BDIA), é um produto do projeto Mapeamento de Recursos Naturais do IBGE que, em sua constituição, inclui também as bases de dados de Geologia, Geomorfologia e Vegetação, ajustados à Base Cartográfica Contínua do Brasil na escala 1:250 000 (BC250). O Ponto de Amostragem de Pedologia consiste em informações georreferenciadas de perfis de solo completos e de amostras extras. Os pontos amostrados serviram na sua essência para adquirir conhecimento e subsidiar informações sobre as classes de solos que constam das unidades de mapeamento e tirar dúvidas quanto a classificação. Os perfis completos apresentam dados de localização, classificação taxonômica até o quinto nível categórico, descrição geral, descrição morfológica e análises físicas, químicas e mineralógicas (eventualmente), de todos os horizontes do ponto. As amostras extras normalmente apresentam a descrição geral do ponto e apenas a descrição morfológica e análise física e química do horizonte diagnóstico subsuperficial e, eventualmente, do superficial, conforme normas descritas no Manual Técnico de Pedologia 3ª edição do IBGE. A classificação taxonômica segue as normas do Sistema Brasileiro de Classificação de Solos (SiBCS, 2018). Esta camada intermediária de apoio viabiliza a consulta de feições de Pontos de Amostragem da Base Contínua de Pedologia do Brasil por limites das Regiões Naturais dos Biomas do Brasil.

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    A Base Geológica Contínua do Brasil é parte integrante do Banco de Dados e Informações Ambientais – BDIA, do IBGE que, em sua constituição, inclui também as bases de dados de Geomorfologia, Pedologia e Fitoecologia, ajustados à Base Cartográfica Contínua do Brasil na escala 1:250.000 (BC250), versão de 2017. Todas essas bases de dados estão estruturadas para utilização em Sistemas de Informações Geográficas. No que se refere à Geologia ela inclui seis categorias de informações gráficas vetoriais que se associam a tabelas alfanuméricas, em um modelo de entidades e relacionamentos, denominadas de “Áreas de Geologia”, “Dobras”, “Falhas”, “Fraturas”, “Lineamentos” e “Pontos de Afloramento”. Na categoria “Dobras”, as feições vetoriais são do tipo linha cujo arranjo reproduz o mapeamento das deformações dúcteis ou rúpteis-dúcteis das unidades litoestratigráficas que produziram dobramentos em escala regional. Para as ocorrências de dobras armazenadas no banco BDIA, além da forma de ocorrência, são apresentadas a classificação da dobra (sinclinal, anticlinal, sinforme ou antiforme), a característica do plano axial (horizontal, inclinado ou vertical), e a característica do eixo (horizontal, simples caimento, duplo caimento ou vertical), além da estimativa e sentido do seu caimento, o comprimento da estrutura em quilômetros e, quando disponível, o nome da dobra. Esta é uma camada intermediária de apoio que viabiliza a consulta de feições lineares de Dobras da Base Contínua de Geologia do Brasil por limites dos Biomas (versão 2025).

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    A Base Geológica Contínua do Brasil é parte integrante do Banco de Dados e Informações Ambientais – BDIA, do IBGE que, em sua constituição, inclui também as bases de dados de Geomorfologia, Pedologia e Fitoecologia, ajustados à Base Cartográfica Contínua do Brasil na escala 1:250.000 (BC250), versão de 2017. Todas essas bases de dados estão estruturadas para utilização em Sistemas de Informações Geográficas. No que se refere à Geologia ela inclui seis categorias de informações gráficas vetoriais que se associam a tabelas alfanuméricas, em um modelo de entidades e relacionamentos, denominadas de “Áreas de Geologia”, “Dobras”, “Falhas”, “Fraturas”, “Lineamentos” e “Pontos de Afloramento”. Na categoria “Dobras”, as feições vetoriais são do tipo linha cujo arranjo reproduz o mapeamento das deformações dúcteis ou rúpteis-dúcteis das unidades litoestratigráficas que produziram dobramentos em escala regional. Para as ocorrências de dobras armazenadas no banco BDIA, além da forma de ocorrência, são apresentadas a classificação da dobra (sinclinal, anticlinal, sinforme ou antiforme), a característica do plano axial (horizontal, inclinado ou vertical), e a característica do eixo (horizontal, simples caimento, duplo caimento ou vertical), além da estimativa e sentido do seu caimento, o comprimento da estrutura em quilômetros e, quando disponível, o nome da dobra. Esta é uma camada intermediária de apoio que viabiliza a consulta de feições lineares de Dobras da Base Contínua de Geologia do Brasil por Domínios Naturais dos Biomas do Brasil.

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    Trata-se de um conjunto de informações vetoriais e alfanuméricas (arquivos de SIG - Sistema de Informação Geográfica), georreferenciadas, interpretadas em escala 1:250.000, que retratam características pedológicas do recorte cartográfico referido. Este produto foi elaborado de acordo com o Manual Técnico de Pedologia (3ª edição) publicado pelo IBGE (encontrado no endereço http://biblioteca.ibge.gov.br), e tendo como base o mapeamento realizado pelo Projeto RADAMBRASIL. A elaboração do produto consistiu nos seguintes procedimentos: 1) pesquisa bilbiográfica na área de estudo; 2) interpretação ou reinterpretação temática através de imagens de satélites recentes; 3) atividade de campo para reconhecimentos pontuais, solução de dúvidas e validação da interpretação, além de coleta de material, quando necessário; 4) refinamento da interpretação com base em informações obtidas em campo; e 5) armazenamento das informações vetoriais, alfanuméricas e imagens fotográficas no Banco de Dados de Informações Ambientais (BDIA). Neste produto, assim como no banco de dados associado (BDIA), são encontrados polígonos das unidades de mapeamento com informações sobre as classes de solos, segundo seus atributos e horizontes diagnósticos e suas características morfológicas, físicas e químicas.

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    A Base Geológica Contínua do Brasil é parte integrante do Banco de Dados e Informações Ambientais – BDIA, do IBGE que, em sua constituição, inclui também as bases de dados de Geomorfologia, Pedologia e Fitoecologia, ajustados à Base Cartográfica Contínua do Brasil na escala 1:250.000 (BC250), versão de 2017. Todas essas bases de dados estão estruturadas para utilização em Sistemas de Informações Geográficas. No que se refere à Geologia ela inclui seis categorias de informações gráficas vetoriais que se associam a tabelas alfanuméricas, em um modelo de entidades e relacionamentos, denominadas de “Áreas de Geologia”, “Dobras”, “Falhas”, “Fraturas”, “Lineamentos” e “Pontos de Afloramento”. Na categoria “Dobras”, as feições vetoriais são do tipo linha cujo arranjo reproduz o mapeamento das deformações dúcteis ou rúpteis-dúcteis das unidades litoestratigráficas que produziram dobramentos em escala regional. Para as ocorrências de dobras armazenadas no banco BDIA, além da forma de ocorrência, são apresentadas a classificação da dobra (sinclinal, anticlinal, sinforme ou antiforme), a característica do plano axial (horizontal, inclinado ou vertical), e a característica do eixo (horizontal, simples caimento, duplo caimento ou vertical), além da estimativa e sentido do seu caimento, o comprimento da estrutura em quilômetros e, quando disponível, o nome da dobra. Esta é uma camada intermediária de apoio que viabiliza a consulta de feições lineares de Dobras da Base Contínua de Geologia do Brasil por Regiões Naturais dos Biomas do Brasil.

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    Trata-se de um conjunto de informações vetoriais e alfanuméricas (arquivos de SIG – Sistema de Informação Geográfica), georreferenciadas, interpretadas em escala 1:250.000, que retratam características geomorfológicas do recorte cartográfico referido. Este produto foi elaborado de acordo com o Manual Técnico de Geomorfologia (2ª edição) publicado pelo IBGE (encontrado no endereço http://biblioteca.ibge.gov.br), e tendo como base o mapeamento realizado pelo Projeto RADAMBRASIL. A elaboração do produto consistiu nos seguintes procedimentos: 1) pesquisa bibliográfica na área de estudo; 2) interpretação ou reinterpretação temática através de imagens de satélites recentes; 3) atividade de campo para reconhecimento pontual, solução de dúvidas e validação da interpretação, além de coleta de material, quando necessário; 4) refinamento da interpretação com base em informações obtidas em campo; e 5) armazenamento das informações vetoriais, alfanuméricas e imagens fotográficas no Banco de Dados de Informações Ambientais (BDIA). Este produto agrega as informações do mapeamento geomorfológico do IBGE, realizado entre 1998 e 2017, e originalmente levantado e publicado na escala 1:250.000 em recorte de folhas ao milionésimo. Neste produto, assim como no banco de dados associado (BDIA), são encontrados pontos de campo obtidos ao longo de atividades de campo, conforme procedimento citado acima. O mapeamento segue a metodologia prevista pelo Manual Técnico de Geomorfologia (2ª edição).

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    Trata-se de um conjunto de informações gráficas (pontos, linhas e polígonos) e alfanuméricas, georreferenciadas, interpretadas em escala 1:250.000, que retratam características geomorfológicas da Folha conforme metodologia contida no Manual Técnico de Geomorfologia. (ftp://geoftp.ibge.gov.br/documentos/recursos_naturais/manuais_tecnicos/manual_tecnico_geomorfologia.pdf). São delineados e descritos polígonos de modelados de relevo contendo sua natureza genética, Unidade e Região Geomorfológica e o Domínio Morfoestrutural no qual estão inseridos. Também são representadas, por linhas e pontos, as principais formas de relevo encontradas no país. A metodologia descrita no Manual Técnico de Geomorfologia é uma evolução dos procedimentos metodológicos adotados pelo projeto RADAMBRASIL no mapeamento geomorfológico do Brasil na escala de 1:1.000.000. O processo de elaboração dos mapas consiste das seguintes etapas: (1) estudo preliminar da área com a aquisição de bibliografia, documentos cartográficos e produtos de sensoreamento remoto; (2) elaboração de mapa geomorfológico preliminar com a análise da drenagem e delimitação de modelados e formas de relevo, apontando os locais de dúvida e de interesse para a terceira etapa; (3) atividade de campo, tem como objetivo, além de solucionar dúvidas, o reconhecimento de características do relevo com preenchimento de formulários de campo e registros fotográficos; (4) reinterpretação do mapeamento com base nas informações obtidas em campo; e (5) armazenamento das informações gráficas e alfanuméricas em banco de dados para posterior consulta, tratamento e/ou edição.

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    A Base Geológica Contínua do Brasil é parte integrante do Banco de Dados e Informações Ambientais – BDIA, do IBGE que, em sua constituição, inclui também as bases de dados de Geomorfologia, Pedologia, Fitoecologia e Recursos Hídricos Subterrâneos, ajustados à Base Cartográfica Contínua do Brasil na escala 1:250.000 (BC250). Todas essas bases de dados estão estruturadas para utilização em Sistemas de Informações Geográficas. No que se refere à Geologia ela inclui seis categorias de informações gráficas vetoriais que se associam a tabelas alfanuméricas, em um modelo de entidades e relacionamentos, denominadas de “Áreas de Geologia”, “Dobras”, “Falhas”, “Fraturas”, “Lineamentos” e “Pontos de Afloramento”. Na categoria “Falhas”, as feições vetoriais são do tipo linha e o seu arranjo reproduz o mapeamento das deformações rúpteis, rúpteis-dúcteis ou dúcteis, que produziram descontinuidades na distribuição das unidades litoestratigráficas ou de seus conjuntos rochosos, representadas por uma superfície plana, ao longo da qual ocorreu movimentação relativa de blocos crustais. Tratam-se, portanto, de fraturas, ao longo das quais ocorre movimentação relativa. A interseção desse plano com a superfície da terra forma linha, ou linhas, chamadas de linha de falha. Tais movimentos podem ser: i) verticais, associados a falhas normais, ou de gravidade, e inversas ou de empurrão ou; ii) horizontais, associados a falhas transcorrentes ou de rejeito direcional. Existem também falhas representadas por movimentações oblíquas, ou de rejeito oblíquo, onde as movimentações relativas dos blocos crustais ocorreram tanto na vertical quanto na horizontal. O mapeamento das ocorrências de falhas no banco BDIA, além da distribuição espacial, apresenta informações sobre a forma de ocorrência (definida ou inferida, encoberta ou não encoberta), o ângulo de mergulho do plano (medido ou estimado) e o comprimento da estrutura em quilômetros. Informa-se ainda a sua classificação (normal, inversa, de rejeito direcional ou oblíquo), o sentido do deslocamento se dextrógiro, sinistrógiro ou vertical e, neste caso, a posição do bloco alto e, quando disponível, o nome da falha e o lineamento a que pertence. Esta é uma camada intermediária de apoio que viabiliza a consulta de feições lineares de Falhas da Base Contínua de Geologia do Brasil por Regiões Naturais.

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    A Base Contínua de Pedologia do Brasil, parte integrante do Banco de Dados e Informações Ambientais (BDIA), é um produto do projeto Mapeamento de Recursos Naturais do IBGE que, em sua constituição, inclui também as bases de dados de Geologia, Geomorfologia e Vegetação, ajustados à Base Cartográfica Contínua do Brasil na escala 1:250 000 (BC250). O Ponto de Amostragem de Pedologia consiste em informações georreferenciadas de perfis de solo completos e de amostras extras. Os pontos amostrados serviram na sua essência para adquirir conhecimento e subsidiar informações sobre as classes de solos que constam das unidades de mapeamento e tirar dúvidas quanto a classificação. Os perfis completos apresentam dados de localização, classificação taxonômica até o quinto nível categórico, descrição geral, descrição morfológica e análises físicas, químicas e mineralógicas (eventualmente), de todos os horizontes do ponto. As amostras extras normalmente apresentam a descrição geral do ponto e apenas a descrição morfológica e análise física e química do horizonte diagnóstico subsuperficial e, eventualmente, do superficial, conforme normas descritas no Manual Técnico de Pedologia 3ª edição do IBGE. A classificação taxonômica segue as normas do Sistema Brasileiro de Classificação de Solos (SiBCS, 2018). Esta camada intermediária de apoio viabiliza a consulta de feições de Pontos de Amostragem da Base Contínua de Pedologia do Brasil por limites dos Biomas (versão 2019).

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    Trata-se de um conjunto de informações vetoriais e alfanuméricas (arguivos de SIG – Sistema de Informação Geográfica), georreferenciadas, interpretadas em escala 1:250.000, que retratam características da vegetação do recorte cartográfico referido. Este produto foi elaborado de acordo com o Manual Técnico da Vegetação (2ª edição) publicado pelo IBGE (encontrado no endereço http://biblioteca.ibge.gov.br), e tendo como base o mapeamento realizado pelo Projeto RADAMBRASIL. A elaboração do produto consistiu nos seguintes procedimentos: 1) pesquisa bilbiográfica na área de estudo, compatíveis com o nível de detalhamento do mapeamento (1:250.000); 2) interpretação ou reinterpretação temática através de imagens de satélites recentes; 3) atividade de campo para reconhecimentos pontual, solução de dúvidas e validação da interpretação, além de coleta de material, quando necessário; 4) refinamento da interpretação com base em informações obtidas em campo; e 5) armazenamento das informações gráficas, alfanuméricas e imagens fotográficas no Banco de Dados de Informações Ambientais (BDIA). Neste produto, assim como no banco de dados associado (BDIA), encontra-se a caracterização das fitofisionomias da vegetação e demais coberturas naturais do solo, assim como as áreas antropizadas com agricultura, pecuária, reflorestamento e urbanização.